João Riél Manuel Hübner Nunes Vieira Telles de Oliveira Brito
segunda-feira, 23 de novembro de 2020
Premiação recebida do Sport Club Internacional
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
A TRISTE HISTÓRIA DOS 20 COMBATENTES MORTOS EM LAGOÃO
Texto divulgado pelo Jornal Zero Hora:
A TRISTE HISTÓRIA DOS 20 COMBATENTES MORTOS EM LAGOÃO
Mais um dia de finados se aproxima e com ele histórias pitorescas
envolvendo nossos mortos, ganham forma e insistem em permear e povoar o
imaginário popular, como essa agora descrita:
Lagoão, distrito de Soledade-RS, corria o ano de 1893, que seria um dos
mais sangrentos já presenciado pelo simples povoado de estancieiros, em sua
maioria, imigrantes lusos, habitado por poucas casas, ranchos cobertos com
capim e algumas casas comerciais. Por esses belos e misteriosos campos gaúchos,
ardia a Revolução Federalista de 93, as almas ali residentes, ainda lembravam
com medo e pavor os episódios violentos presenciados no ano de 1839, onde num
ermo campo de Lagoão, que ficou conhecido como " Rincão da Mortandade",
12 jovens foram mortos degolados, pois se negaram ter que abandonar
suas casas para lutar na Revolução de 1835, tal cena ainda é lembrada pelo
umbral do tempo, como uma das mais brutais que a antiga Soledade já viveu.
No entanto, outra triste história real envolvendo jovens corajosos da
região, membros que lutavam em uma "força" de 400 homens, liderados
pelo Coronel Camilo Pinto de Moraes, marcaria tragicamente os verdes campos de
Lagoão. Quando o General Gomercindo Saraiva, chefe supremo das
forças revolucionárias passou por Soledade, alguns destemidos membros do grupo,
acompanharam ele até o fatal Carovi, em cujos campos, da lendária fronteira
gaúcha, o famoso caudilho foi atingido pelas balas fatais que o vitimaram. Com
a morte do bravo General, estava perdida a Revolução. As forças federalistas de
Lagoão e Soledade puseram-se em retirada. Já haviam assinado a paz, notícia,
que pelas deficiências da comunicação da época, não tinham chegado ao
conhecimento das lideranças locais. Eis então um novo combate, regado com muito
sangue, travado nos despovoados campos da região, onde tombam fatalmente o
Coronel Camilo, junto com mais de 20 jovens recrutas, filhos dos moradores do
povoado, que amanheceria tomado por luto e medo de novos conflitos.
Mas a pior parte de toda esta barbárie histórica, foi que membros das
forças opositoras aos mortos, não permitiram que as famílias velassem seus
entes tombados, como mais uma fúnebre vingança, assim, os 20 jovens
assassinados foram todos jogados em uma enorme vala comum, um amontoado ao lado
do outro, sendo o valente líder Camilo, o último a ser lançado à cova fria,
para sua funesta sorte, pois depois que os oponentes deixaram o campo de
batalha, após efetuarem macabra cena, seus familiares retiram o mesmo da cova e
trataram de enterrá-lo, com as devidas honras, no cemitério local, necrópole
histórica com mais de 200 anos, ainda existente, bem como sua imponente lápide
ainda resiste, só que praticamente abandonada.
Quanto aos 20 bravos moços ali sepultados todos juntos, as famílias
decidiram deixar os mesmos onde haviam sido enterrados, embora tristes e
abalados com a cena brutal presenciada, conformavam-se que haviam
morrido defendendo seu pampa e sua gente. Lá, puseram 20 cruzes, dizem que uma
delas, feita em madeira de cedro, brotou e deu vida a uma enorme árvore, que
tombou há pouco tempo, depois apenas uma lápide ergueram, em homenagem aos
soldados mortos. Por anos o local foi venerado, no dia de finados, rezas ali
ecoavam e dezenas de velas queimaram a iluminar as almas dos revolucionários. O
local da tragédia que ainda pertence aos herdeiros de Miguel Vieira, por anos
foi preservado pelo meu avô Riél, que em virtude de morar na sede dos avós,
sempre que podia limpava o local, restaurava a cerca de arame farpado, que
protegeu por longo tempo o lugar santo.
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
Dia Nacional do livro
No dia nacional do livro, compartilho meus dois novos livros, nascidos em meio à pandemia, frutos dos artigos científicos produzidos no mestrado e no doutorado em Portugal. Minhas 19° e 20°obras, visam contribuir para um mundo melhor. Os livros transmitem conhecimento e enriquecem as pessoas culturalmente. A educação e a leitura, são armas para um futuro bom. Eu acredito! Sigamos...
quinta-feira, 29 de outubro de 2020
Kassio Nunes Marques, Ministro do STF
Prezado amigo e colega de mestrado, doutorado e pós doutorado: Kassio Nunes Marques, desejo muito sucesso e saúde, em tua nova missão como Ministro do STF.
Núcleo de Letras de Lisboa Portugal
Lançamento de novo livro
Mestre Duas Vezes - Dupla titulação !
Muito obrigado Universidade Federal do Rio Grande pelo reconhecimento obtido, agora também Mestre em Direito e Justiça Social por essa histórica instituição que sempre admirei. Gratidão!
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
sábado, 29 de agosto de 2020
18º livro
Meu 18° livro nasce em meio à pandemia, narra nossas origens. Mais de 6 mil ancestrais enriquecem esse trabalho histórico e genealógico, estreitando nossos laços com a Europa, que dará para muitos a tão sonhada dupla cidadania. Setembro trará boas novas. Gratidão antepassados!
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
Doação de milhares de máscaras para os Hospitais da região
segunda-feira, 20 de julho de 2020
Moção de Parabéns em Tunas RS
quarta-feira, 15 de julho de 2020
João Riél na Zero Hora.
terça-feira, 14 de julho de 2020
Moção de Parabéns para Tunas RS
Muito obrigado Soledade. Tenho orgulho de ter escrito o livro histórico da minha terra natal.